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Conheça as vantagens e desvantagens das rodas de liga leve

Os amantes de carros que buscam ter sempre os melhores acessórios e peças já devem ter ouvido falar das queridas e desejadas rodas de liga leve. Uma pesquisa mostrou que elas são os itens mais cobiçados por quem tem carro, atrás somente dos rádios automotivos preparados e comuns.

Apesar da grande procura, não são todos que sabem, de fato, a real importância em se ter tais rodas. O que é mito e o que não é? Conheça a resposta para essa e outras perguntas.


O que são rodas de liga leve?

No mercado, você pode comprar rodas de aço com calota ou rodas de liga leve. Esta segunda, o material utilizado é alumínio e silício, pois estes materiais oferecem mais leveza e resistência.

A utilização destes metais permite que esse acessório apresente inúmeras vantagens ao motorista, além de aumentar a beleza do seu automóvel.

Vantagens da roda de liga leve

A economia de combustível é um fator interessante para quem pensa em comprar tais rodas. Por ser mais leve, o automóvel necessita de menos esforço para se locomover, gastando menos gasolina. Além disso, o alumínio esquenta menos que o aço, logo, o sistema de frenagem fica menos desgastado.

Em termos de segurança, as rodas de liga leve não deixam a desejar!  A resistência é a mesma em comparação com as rodas de aço. No dia-a-dia, foi percebido, também, que os ruídos, principalmente em freadas bruscas e manobras, foram diminuídos.

Desvantagens da roda de liga leve

O grande revés deste acessório é o seu preço. Por oferecer tantos benefícios, as concessionárias e lojas para carros cobram valores muito altos. Em comparação com as rodas de aço com calota, as de liga leve podem chegar a custar 900% a mais que as comuns.
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Economize fazendo a manutenção preventiva

Ao optar pela preventiva, seu mecânico pode determinar junto com você as prioridades de manutenção, ou seja, com determinada quilometragem o que realmente precisa ser substituído de imediato e o que pode esperar mais alguns milhares de quilômetros ou alguns meses. Dessa forma, os custos com a manutenção preventiva se tornam extremamente baratos a médio e longo prazo, quando comparados aos custos de uma quebra inesperada e os transtornos que a acompanham.  


SEGUEM ALGUMAS DICAS :


1.CUIDADOS COM O ÓLEO 

Verifique o nível do óleo semanalmente. 
Veja como:Com o motor frio, preferencialmente pela manhã antes da primeira partida e estando o veículo em piso nivelado retire a vareta do óleo, limpe-a com um pano ou papel insira e retire-a novamente.
O nível de óleo deve estar entre as marcas "Min" e "Max" gravadas na vareta.
Se necessário complete com o óleo recomendado pelo de mesma marca e ou recomendado pelo fabricante.
A maioria dos fabricantes considera normal um consumo de até 1 litro de óleo para cada 1000 quilômetros rodados.




2.LIQUIDO DE ARREFECIMENTO

Verifique o nível da água.
Com o motor frio e veículo nivelado, a água deve estar entre as marcas "Min" e "Máx" do reservatório.

Se houver necessidade de completar a água com muita frequência, Leve o veículo para um diagnóstico.
Não confie 100% dessas tarefas rotineiras ao frentista do posto de gasolina, muitos motores apresentam problemas sérios ocasionados pelo excesso de óleo e/ou proporções incorretas de aditivos de radiador, adicionados sem critérios nos postos de combustível.



3. CORREIA DENTADA


Utilizada em muitos motores, a correia sincronizadora (ou dentada) fica protegida por uma capa, não sendo possível examiná-la fora da oficina.
A sua função é manter o sincronismo entre a árvore de manivelas e o eixo comando de válvulas.
Se quebrar causará sérios danos nas válvulas e até nos pistões.
Sua troca ocorre em média a cada 50.000 quilômetros, dependendo do modelo do carro.
Informe-se no manual do proprietário ou na concessionária da marca do veículo sobre o intervalo de troca e siga-o rigorosamente.



4. FILTROS


Tanque, bomba de combustível, mangueiras, filtros, carburador ou injeção eletrônica. São os componentes que fazem parte deste sistema.

Para manter o sistema de alimentação em ordem a troca dos filtros é fundamental.
Filtro de Ar
Deve ser verificado periodicamente. Se estiver muito sujo deve ser substituído. Um filtro de ar sujo prejudica o desempenho do veículo, e aumenta o consumo de combustível.
Filtro de combustível
Troque nos intervalos recomendados pelo fabricante, em média nos veículos a gasolina a cada 20.000 quilômetros e nos a álcool entre 7.000 a 10.000 quilômetros, dessa maneira estará preservando o sistema de alimentação contra as impurezas do combustível.
Ao contrário dos veículos com carburador onde o filtro fica bem visível no cofre do motor, nos veículos com injeção eletrônica ele fica geralmente na parte inferior do veículo próximo ao tanque e muitas vezes sua reposição acaba sendo esquecida. Filtro entupido costuma deixar o motorista a pé!




5. VELAS DE IGNIÇÃO


Devem ser trocadas conforme a recomendação do fabricante. Em geral a cada 20.000/30.000 quilômetros. 
Carros turbinados de fábrica, com aumento de pressão de turbo (com chip instalado), verificar a cada 10.000 quilômetros.
Velas gastas causam falhas no funcionamento do motor, aumento no consumo e na emissão de poluentes.



6. BATERIAS


As disponíveis do mercado hoje são do tipo “seladas” , ou seja , não é preciso adicionar água , o que não significa que estejam totalmente livres de manutenção.

Alguns cuidados evitam que você fique na mão na hora de dar a partida:
- Verifique periodicamente se os cabos estão limpos e bem fixados aos pólos da bateria.
- Mande testar anualmente as condições de funcionamento do sistema de carga e partida; bateria; alternador e motor de partida.



7. PNEUS E RODAS



Pneus e rodas são equipamentos básicos de segurança.
O estado de conservação e a calibragem correta garante a aderência na pista e a eficiência nas frenagens.
Use sempre pneus com as medidas indicadas no manual do veículo. Tamanhos incorretos alteram o comportamento da direção e tornam o veículo inseguro.
Calibre os pneus pelo menos a cada 15 dias ou antes de pegar a estrada. Procure fazê-lo sempre com os pneus frios, preferencialmente pela manhã.
Calibragem incorreta provoca desgastes irregulares na banda de rodagem do pneu, diminuindo sua vida útil. Se a pressão for insuficiente o pneu gasta principalmente nas bordas; se for excessiva, o desgaste será maior no centro.

Não esqueça de calibrar o estepe, que junto com o macaco, chave de roda, triângulo e extintor fazem parte dos equipamentos obrigatórios por lei.
Os pneus modernos trazem indicadores de desgaste, normalmente um triângulo ou as letras TWI impressos na lateral. Quando o desgaste atingir a marca TWI está na hora de trocá-los.
O limite legal de profundidade dos sulcos dos pneus é 1.6mm. Abaixo disso são considerados "carecas", podendo o veículo ser apreendido pelas autoridades de trânsito.
Faça o rodízio, o alinhamento e balanceamento a cada 10.000 km, isso aumenta a vida dos pneus e mantém o conjunto da suspensão e direção equilibrados, melhorando a segurança e dirigibilidade do veículo.



8. FREIOS


Não brinque com a segurança, verifique regularmente:

- O nível do fluído de freio.
- A espessura das pastilhas a cada 10.000 km.
- A lonas de freio e ajuste do freio de estacionamento a cada 30.000 km.
Troque o fluído a cada 2 anos, ou conforme a recomendação do fabricante. A troca é necessária porque o fluído absorve umidade. A presença de umidade diminui o ponto de ebulição do fluído, provocando ineficiência na frenagem. 
Não se esqueça de poupar os freios; ao descer uma ladeira nunca o faça em ponto morto.
Ao trocar as pastilhas o mecânico deve medir a espessura do disco de freio. Se estiver dentro da tolerância poderá ser retificado para tirar qualquer imperfeição e garantir a durabilidade das novas pastilhas. Se estiver fora da medida, deverá ser substituído.
Quando trocar as pastilhas evitar frear bruscamente nos primeiros 300 quilômetros para garantir o perfeito assentamento das pastilhas e discos de freio.



9. AR CONDICIONADO


Outro equipamento que está se tornando indispensável nos dias de hoje é o ar condicionado.

Para mantê-lo funcionando corretamente, o sistema deve ser ligado pelo menos 15 minutos por semana, mesmo nos dias mais frios. Isso é necessário para evitar o ressecamento das mangueiras e vedadores do compressor.
Muitos são equipados com um filtro que impede a entrada de impurezas externas e requer a troca anualmente.



10. SUSPENSÃO


Ruídos e falta de estabilidade nas curvas são os primeiros sinais de problemas! 
Faça uma revisão a cada 30.000 km e mande examinar:
- Amortecedores, molas e batentes quanto a ação e vazamentos;
- Folgas nas bandejas, buchas e pivôs;
- Folgas nos terminais e barras de direção.



11. CÂMBIO E EMBREAGEM


Verifique o nível do óleo do câmbio a cada 30.000 km. Alguns modelos não necessitam troca (Consulte o manual do seu veículo). Se perceber vazamentos, providencie o conserto o quanto antes.
Evite trancos durante as trocas de marchas, você pode estragar os anéis sincronizados e quebrar alguma engrenagem, e reparo no câmbio custa caro.
Não use o pedal da embreagem como apoio para o pé, se fizer isso a vida útil da embreagem estará comprometida.
Nas ladeiras use o freio de mão, nunca segure o carro usando os pedais da embreagem e do acelerador, se o fizer, estará queimando a embreagem e diminuindo a vida útil do conjunto, além de gastar combustível desnecessariamente.
Pedal de embreagem muito duro e dificuldade de engatar as marchas é sinal de desgaste no conjunto. A vida útil varia conforme o modo de conduzir o veículo.



12. CÂMBIO AUTOMÁTICO

O câmbio automático caiu no gosto dos motoristas brasileiros. Sua manutenção requer a troca de óleo e filtro nos intervalos recomendados pelo fabricante. Não descuide, procure um serviço especializado na hora da manutenção.
Para aqueles que ainda não têm um carro automático ou não conhecem o significado das letras PRND no console da alavanca, confira:

P – Park ou estacionado
Trava o câmbio e impede a movimentação do veículo
R – Reverse ou marcha à ré
N – Neutral ou ponto morto
D – Drive ou dirigir 


Nesta posição todas as marchas mudarão automaticamente conforme a rotação do motor e velocidade do veículo.
Os números 3-2-1 quando selecionados fazem as trocas somente até a marcha indicada, podendo ser utilizado em descidas para poupar os freios ou nas subidas, se estiver rebocando um trailler por exemplo.
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10 quebra-galhos que você não deve fazer no seu carro

Todos nós já passamos (ou iremos passar) por situações em que o dinheiro está curto e o carro precisa de manutenção. Nesse momento, é importante saber onde dá para economizar e onde é melhor não correr o risco.
Durante tantos anos trabalhando com manutenção, não foram poucas as vezes que neguei a execução de alguns serviços. Muitas vezes o amigo de um cliente sugere um reparo paliativo, dizendo que deu certo no carro dele, mas esta informação, na maioria das vezes, não possui um respaldo técnico. Tudo que precisa ser feito deve ser bem feito.

Veja 10 jeitinhos para problemas mecânicos e entenda por que evitá-los:

Pneus velhos1) Riscar um pneu careca


Alguns borracheiros possuem uma ferramenta (faca de corte) utilizada para fazer novos sulcos em pneus que já estão carecas – e eles são colocados à venda como “pneus meia vida”. Fuja deles. Estes sulcos diminuem drasticamente a resistência do pneu, e você poderá descobrir isto tardiamente. Lembre-se de que é melhor colocar um pneu novo de qualidade inferior (que dure menos) do que colocar a vida dos ocupantes em risco.
2) Desamassar roda

Roda e martelo não combinam. Quem faz este tipo de reparo certamente nunca teve acesso a uma fábrica de rodas e tão pouco estudou a resistência dos materiais. Os metais possuem duas zonas de solicitações, a primeira chama-se elástica. É aquela que, mesmo quando o metal é deformado, volta à sua conformação original. E existe a zona plástica, onde as deformações são permanentes, ou seja, aquela que você precisa desamassar na base do martelo. Quando se usa o martelo (ou prensa) para colocar a peça nas dimensões originais, aquela região do retrabalho fica fragilizada e, com qualquer impacto, voltará a se deformar.
reservatório de água do motor
3) Colocar água fria no reservatório
Se seu carro consome água com frequência, leve-o ao mecânico para identificar o vazamento. Em caso de superaquecimento do motor, não coloque água fria no reservatório. Você poderá causar empenamento ou até uma trinca no cabeçote devido ao choque térmico. Lembre-se que nenhum carro se auto-recupera. Ao contrário, os problemas sempre tendem a aumentar.

4) Retirar a válvula termostática


Muitos veículos possuem problema de superaquecimento em virtude do mau funcionamento da válvula termostática e, infelizmente, alguns motoristas acabam por retirá-la sem colocar outra no lugar. Resolvem um problema, mas criam outro. Todo veículo que trabalha frio acaba tendo um desgaste prematuro nas peças do motor (veja a coluna “Andar com carro frio pode ser uma gelada”). Considerando a importância da válvula termostática, procure repor com uma peça de qualidade. Deixar o carro sem ela é o mesmo que reduzir 50% da vida útil do seu motor.
5) Soldar o radiador

Você pode, sim, reparar um furo caso esteja em dia com a troca do aditivo do radiador. Agora, se você é daqueles que não faz revisões e, quando o nível de água está baixo, você completa apenas com água de torneira (que possui cloro), é bem provável que seu radiador possua vários pontos fragilizados na parte interna, prontos para estourarem. Neste caso, existe a possibilidade de você reparar um furo e, algum tempo depois, acabar encontrando outro vazamento. Pergunte ao seu mecânico se colocar um radiador novo não seria a melhor solução.



Reservatório de água




6) Escolher pastilhas de freio erradas
No momento de substituir as pastilhas de freio, cuidado com as gratuitas ou muito baratas. Existem algumas que são muito duras, causam ruído e diminuem a vida útil dos discos de freio. Outras são muito moles, sujam as rodas e se desgastam rapidamente. Consulte seu mecânico e peça a melhor opção.


Óleo de carro7) Deixar de consertar vazamentos
Não fique refém de vazamentos de óleo, sejam eles do motor, do câmbio ou de freio. Algumas pessoas fazem reparos paliativos que põem em risco o seu bolso. Não existe essa coisa de “colocar um óleo mais grosso”: seu motor ou seu câmbio não foram projetados para este tipo de óleo. Faça o reparo corretamente. Pode ser mais caro no primeiro momento, mas ainda sim evitarão vários outros aborrecimentos.
8) Comprar peças de desmanche

Colocar peça usada é sempre uma caixinha de surpresas. E sempre será um reparo de eficácia temporária. Muitas vezes, é difícil identificar seu estado de conservação. Se for um conjunto como câmbio, motor ou caixa de direção, pior ainda. Essa é uma boa alternativa para itens que não comprometem a segurança dos ocupantes, como faróis, bancos, maçanetas, lanternas etc.
9) Economizar no reparo do cinto de segurança
Este é um item que exige uma pessoa especializada para repará-lo. Nunca permita que alguém “dê uma olhadinha sem compromisso”. O cinto não é um item para curiosos.
10) Consertar ABS e airbags em oficinas não especializadas
Freios ABS e airbags são itens caros, e a grande maioria dos mecânicos sabe da responsabilidade que é repará-los. Dificilmente se atrevem a fazer qualquer manutenção, porque são necessários conhecimento e ferramental específico. Devido ao alto valor das peças destes componentes, muitos motoristas se veem tentados a procurar oficinas que não são especializadas para baratear o serviço, e acabam dando uma solução insegura para o problema.ABS
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