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Sete hábitos para o veículo economizar combustível

De acordo com a "Tuper", pequenas atitudes podem amenizar os gastos na hora de abastecer o veículo e fazer a diferença nas finanças do condutor/proprietário. A fabricante de autopeças lista sete práticas de condução e manutenção capazes de reduzir em até 35% o gasto com combustível, que o mecânico pode transmitir ao seu cliente.


1) Calibre os pneus


Andar com os pneus murchos ou com a calibração errada aumentam o atrito da roda com o solo. Desta forma, o esforço necessário para colocar o carro em movimento é maior que o normal, aumentando, consequentemente, o gasto com o combustível. O ideal é que os pneus sejam calibrados a cada 15 dias, seguindo as orientações de pressão estabelecidas no manual do veículo. Os pneus podem ser responsáveis por 20% do consumo.

2) Troque a marcha de forma correta




A troca da marcha deve ser feita no tempo correto, levando em conta o torque do carro. A informação está disponível no manual do veículo e é importante ressaltar que as esticadas na troca da marcha são grandes vilãs no consumo do combustível. É aconselhável, de modo geral, fazer a troca da marcha aos 2.500 giros e acelerar de forma suave, visto que a aceleração também pode reduzir ou aumentar o consumo.

3) Faça manutenção das velas de ignição e dos filtros




As velas são responsáveis por gerar energia na câmera de combustão. Quando elas estão ruins e a queima fica irregular, afetam na quantidade de combustível injetada. Por isso, devem ser trocadas após a quilometragem recomendada pela montadora. Quando estragarem, todo o jogo deve ser substituído por peças com as mesmas especificações.

Os filtros também são importantes na combustão, pois eles são os responsáveis pelo ar utilizado nesse processo. Quando estão sujos ou entupidos, diminuem a quantidade de ar de modo que a mistura de ar e combustível fica irregular. Assim, é preciso ficar atento ao tempo de troca recomendado pela montadora, informação disponível no manual do veículo.

4) Reduza o peso do veículo




Um carro mais pesado exige mais força do motor e, assim, maior aceleração. Como resultado, haverá o aumento do gasto de combustível. A Tuper orienta a conferir o peso máximo recomendado pela montadora e evite carregar material desnecessário, como suporte para bicicletas e bagageiro removíveis. Segundo especialistas, 40 quilos de excesso de peso podem aumentar em até 2% o consumo.

5) Deixe o carro o mais aerodinâmico possível: 




A aerodinâmica do carro é o que permite que ele rompa o “muro de ar” e consiga movimentar-se. Por isso, quanto mais aerodinâmico ele for, menor será a resistência do ar e as dificuldades para aceleração e o consumo de combustível será reduzido. Seguindo essa lógica, a Tuper recomenda manter as janelas e o teto solar fechados e as rodas alinhadas.

6) Cuidado na hora de abastecer




Abastecer em postos duvidosos pode resultar em complicações para os motoristas. Por mais que o preço seja tentador, a fabricante de autopeças recomenda procurar postos de confiança que tenham o selo da ANP. Combustíveis “batizados” são altamente prejudiciais para o carro, pois o querosene misturado à gasolina ou a água ao etanol afetam a leitura do sistema de injeção eletrônica, interferindo na média de combustível. Outra dica é observar onde os taxistas e frotistas abastecem regularmente. Esses postos são geralmente mais baratos e de confiança.

7) Desligue o motor do carro


Dependendo do tamanho do motor e do uso do ar-condicionado, um carro pode consumir até dois litros de gasolina quando estão funcionando parados. Desta forma, é recomendado que desligue o motor caso o veículo precise ficar mais de 20 segundos parados, seja em um congestionamento ou esperando alguém embarcar, dependendo da segurança.
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Comum, aditivada ou premium; veja a diferença entre elas

shell_pack1_4 (Foto: Comunicação Shell)
Motorista precisa saber a diferença entre os tipos de gasolina para não errar em uma escolha importante: independentemente se é comum, aditivada ou premium, toda gasolina automotiva vendida no Brasil tem o limite de mistura de 27% de etanol anidro. Está na lei esse mesmo percentual para todas, não importa a marca. Não caia nessa conversa que determinada marca tem mais ou menos etanol. Esclarecido esse ponto, veja as diferenças entre os principais combustíveis existentes hoje.

Comum

A gasolina comum é o combustível bruto que sai das refinarias acrescido dos 27% de etanol anidro. Ele não contém nenhum tipo de aditivo e é basicamente igual em todas as marcas. Por não ter aditivos, é o combustível menos recomendado para os automóveis porque não contém em sua fórmula substâncias que protegem o motor.

Combustíveis comuns, sem aditivo, deixam resíduos de combustão depositados sobre as válvulas de admissão do motor, comprometendo a mistura entre o ar e o combustível ao longo do tempo. Em médio prazo, a sujeira compromete o funcionamento do veículo, o que pode resultar em aumento de consumo de combustível.

Aditivada

A aditivada também tem os 27% de etanol anidro. Porém, ela é composta por aditivos químicos que ajudam na limpeza do motor. Cada marca tem sua fórmula específica de aditivada. Em geral, todas têm detergentes e dispersantes. O detergente desprende a sujeira e o dispersante faz com que ela seja quebrada para ser eliminada pelo sistema de combustão. Nos aditivos ainda estão anticorrosivos e antioxidantes.

A gasolina Shell V-Power Nitro+, a aditivada dos Postos Shell, por exemplo, traz um benefício a mais. Ela tem uma substância chamada FMT (Friction Modification Technology), desenvolvida no mesmo laboratório que testa os combustíveis para a equipe Ferrari de Fórmula 1. O FMT cria uma película de proteção nas partes internas do motor que reduz a fricção (atrito). Com menos atrito, a energia que seria desperdiçada pelo motor é melhor aproveitada em forma de potência nas acelerações.

Premium

Como manda a lei, a premium também tem os 27% de etanol anidro. Ela é composta por aditivos usados na gasolina aditivada que ajudam na conservação e limpeza do motor. A principal diferença é em relação à octanagem. Enquanto a comum e a aditivada têm 87 octanas (ou IAD – índice anti detonante), a premium tem 91 octanas.

A octanagem é a medida de resistência da gasolina à queima espontânea que ocorre dentro da câmara de combustão. Assim, com maior octanagem é possível que os motores operem com maiores taxas de compressão, o que se traduz em melhor eficiência. Mas é importante saber que a octanagem terá efeito significativo somente nos carros de alta compressão. Ou seja, nos mais potentes, geralmente os esportivos de luxo. Nos demais veículos, o efeito da premium é imperceptível.
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Curiosidade: você sabe, de fato, qual a diferença do Gol modelo GTI para o GTS?

Os modelos esportivos clássicos mais desejados da montadora Alemã Volkswagen, os Gols GTI e GTS, são hoje quase que uma unanimidade entre os jovens quando se fala em carro esportivo das décadas de 80 e 90. Para se adquirir um desses modelos hoje, nem adianta se olhar o valor da tabela fipe, pois é quase impossível encontrar-se um proprietário de um desses modelos dispostos a venderem seus lendários pelo preço sugerido atualmente.

Fizemos a pesquisa pelo site oficial da tabela, que sugere a bagatela de R$ 11.816,00 pelo modelo GTI. Consultamos também o modelo GTS, mas o mesmo não consta atualmente na tabela (não conseguimos apurar o motivo até o fechamento dessa reportagem). Porém podemos afirmar que o preço médio do modelo gira em torno da casa os R$ 10.000,00.

Atualmente é impossível ver um desses modelos, num estado bem conservado, nessa faixa de valores. O interessado até consegue encontrar os esportivos por um preço baixo, mas é claro, com coisas a se fazer.

Não se assuste: hoje não é difícil encontrar um Gol GTI sendo vendido pela bagatela de R$: 45.000,00 mil reais, encontra-se também o modelo GTS por ate R$: 39.000,00 mil. Claro, comprar quem puder pagar! Uma coisa é certa: para colecionador, se acha por esse preço, está comprado! Agora, se tiver com um colecionador, nem adianta insistir, ele provavelmente recusaria o dobro disso.

Há também jovens que comprem os modelos para personalizar, colocando desde pinos das rodas "tunados" até turbinas monstruosas caríssimas!

Chega de papo né gente? Vamos ao que interessa:

A DIFERENÇA ENTRE OS MODELOS GTI e GTS: 

Começamos pela siga. Você sabe o que quer dizer GTI? E GTS Se liga ai!

A siga "GTI" quer dizer: Gran Turismo Injection
Já "GTS" é uma abreviação de: Gran Turismo Sport

GOL GTI

O Volkswagen Gol GTI foi o primeiro veículo brasileiro com injeção eletrônica de combustível. A novidade foi apresentada no salão do automóvel de 1988. O GTI era comprovadamente o carro mais rápido do Brasil e contava com o potente motor 2.0 movido a gasolina, com nada menos que 120 cavalos de potência e excepcionais 18kg força-metro de torque. O esportivo chegava a velocidade 190km/h em incríveis 8.8 segundos.


GOL GTS 

O Gol GTS, não tinha muitas diferenças comparado ao seu irmão GTI. A principal diferença entre os dois é que o GTI era equipado com o motor 2.0, já o GTS com o motor 1.8 com um comando diferenciado, porém os modelos usavam a mesma sigla de motor, AP (Alta Potência), motor esse que é famoso até hoje no Brasil inteiro. O motor ainda hoje é preferência quando se diz em motores das décadas de 80, 900 e 2000. Com o motor AP, o esportivo GTS chegava na marca de 100km/h em apenas 10 segundos de aceleração.




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Conheça as vantagens e desvantagens das rodas de liga leve

Os amantes de carros que buscam ter sempre os melhores acessórios e peças já devem ter ouvido falar das queridas e desejadas rodas de liga leve. Uma pesquisa mostrou que elas são os itens mais cobiçados por quem tem carro, atrás somente dos rádios automotivos preparados e comuns.

Apesar da grande procura, não são todos que sabem, de fato, a real importância em se ter tais rodas. O que é mito e o que não é? Conheça a resposta para essa e outras perguntas.


O que são rodas de liga leve?

No mercado, você pode comprar rodas de aço com calota ou rodas de liga leve. Esta segunda, o material utilizado é alumínio e silício, pois estes materiais oferecem mais leveza e resistência.

A utilização destes metais permite que esse acessório apresente inúmeras vantagens ao motorista, além de aumentar a beleza do seu automóvel.

Vantagens da roda de liga leve

A economia de combustível é um fator interessante para quem pensa em comprar tais rodas. Por ser mais leve, o automóvel necessita de menos esforço para se locomover, gastando menos gasolina. Além disso, o alumínio esquenta menos que o aço, logo, o sistema de frenagem fica menos desgastado.

Em termos de segurança, as rodas de liga leve não deixam a desejar!  A resistência é a mesma em comparação com as rodas de aço. No dia-a-dia, foi percebido, também, que os ruídos, principalmente em freadas bruscas e manobras, foram diminuídos.

Desvantagens da roda de liga leve

O grande revés deste acessório é o seu preço. Por oferecer tantos benefícios, as concessionárias e lojas para carros cobram valores muito altos. Em comparação com as rodas de aço com calota, as de liga leve podem chegar a custar 900% a mais que as comuns.
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Saiba como limpar o ar-condicionado do seu automóvel de maneira simples

Confira no vídeo abaixo como higienizar e deixar um gostoso cheirinho aromatizado de "novo" no ar-condicionado do seu automóvel. Seja ele um modelo atual ou mais antigo.

Vale lembrar que é de extrema importância manter seu ar-condicionado higienizado, pois a sujeira acumulada pode ser prejudicial não só ao seu veículo, mas para os próprios ocupantes.

A limpeza também pode evitar maiores prejuízos como uma ingestão precoce de gás. A limpeza também pode ajudar na economia de combustível.






Créditos ao canal High Torque.

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Economize fazendo a manutenção preventiva

Ao optar pela preventiva, seu mecânico pode determinar junto com você as prioridades de manutenção, ou seja, com determinada quilometragem o que realmente precisa ser substituído de imediato e o que pode esperar mais alguns milhares de quilômetros ou alguns meses. Dessa forma, os custos com a manutenção preventiva se tornam extremamente baratos a médio e longo prazo, quando comparados aos custos de uma quebra inesperada e os transtornos que a acompanham.  


SEGUEM ALGUMAS DICAS :


1.CUIDADOS COM O ÓLEO 

Verifique o nível do óleo semanalmente. 
Veja como:Com o motor frio, preferencialmente pela manhã antes da primeira partida e estando o veículo em piso nivelado retire a vareta do óleo, limpe-a com um pano ou papel insira e retire-a novamente.
O nível de óleo deve estar entre as marcas "Min" e "Max" gravadas na vareta.
Se necessário complete com o óleo recomendado pelo de mesma marca e ou recomendado pelo fabricante.
A maioria dos fabricantes considera normal um consumo de até 1 litro de óleo para cada 1000 quilômetros rodados.




2.LIQUIDO DE ARREFECIMENTO

Verifique o nível da água.
Com o motor frio e veículo nivelado, a água deve estar entre as marcas "Min" e "Máx" do reservatório.

Se houver necessidade de completar a água com muita frequência, Leve o veículo para um diagnóstico.
Não confie 100% dessas tarefas rotineiras ao frentista do posto de gasolina, muitos motores apresentam problemas sérios ocasionados pelo excesso de óleo e/ou proporções incorretas de aditivos de radiador, adicionados sem critérios nos postos de combustível.



3. CORREIA DENTADA


Utilizada em muitos motores, a correia sincronizadora (ou dentada) fica protegida por uma capa, não sendo possível examiná-la fora da oficina.
A sua função é manter o sincronismo entre a árvore de manivelas e o eixo comando de válvulas.
Se quebrar causará sérios danos nas válvulas e até nos pistões.
Sua troca ocorre em média a cada 50.000 quilômetros, dependendo do modelo do carro.
Informe-se no manual do proprietário ou na concessionária da marca do veículo sobre o intervalo de troca e siga-o rigorosamente.



4. FILTROS


Tanque, bomba de combustível, mangueiras, filtros, carburador ou injeção eletrônica. São os componentes que fazem parte deste sistema.

Para manter o sistema de alimentação em ordem a troca dos filtros é fundamental.
Filtro de Ar
Deve ser verificado periodicamente. Se estiver muito sujo deve ser substituído. Um filtro de ar sujo prejudica o desempenho do veículo, e aumenta o consumo de combustível.
Filtro de combustível
Troque nos intervalos recomendados pelo fabricante, em média nos veículos a gasolina a cada 20.000 quilômetros e nos a álcool entre 7.000 a 10.000 quilômetros, dessa maneira estará preservando o sistema de alimentação contra as impurezas do combustível.
Ao contrário dos veículos com carburador onde o filtro fica bem visível no cofre do motor, nos veículos com injeção eletrônica ele fica geralmente na parte inferior do veículo próximo ao tanque e muitas vezes sua reposição acaba sendo esquecida. Filtro entupido costuma deixar o motorista a pé!




5. VELAS DE IGNIÇÃO


Devem ser trocadas conforme a recomendação do fabricante. Em geral a cada 20.000/30.000 quilômetros. 
Carros turbinados de fábrica, com aumento de pressão de turbo (com chip instalado), verificar a cada 10.000 quilômetros.
Velas gastas causam falhas no funcionamento do motor, aumento no consumo e na emissão de poluentes.



6. BATERIAS


As disponíveis do mercado hoje são do tipo “seladas” , ou seja , não é preciso adicionar água , o que não significa que estejam totalmente livres de manutenção.

Alguns cuidados evitam que você fique na mão na hora de dar a partida:
- Verifique periodicamente se os cabos estão limpos e bem fixados aos pólos da bateria.
- Mande testar anualmente as condições de funcionamento do sistema de carga e partida; bateria; alternador e motor de partida.



7. PNEUS E RODAS



Pneus e rodas são equipamentos básicos de segurança.
O estado de conservação e a calibragem correta garante a aderência na pista e a eficiência nas frenagens.
Use sempre pneus com as medidas indicadas no manual do veículo. Tamanhos incorretos alteram o comportamento da direção e tornam o veículo inseguro.
Calibre os pneus pelo menos a cada 15 dias ou antes de pegar a estrada. Procure fazê-lo sempre com os pneus frios, preferencialmente pela manhã.
Calibragem incorreta provoca desgastes irregulares na banda de rodagem do pneu, diminuindo sua vida útil. Se a pressão for insuficiente o pneu gasta principalmente nas bordas; se for excessiva, o desgaste será maior no centro.

Não esqueça de calibrar o estepe, que junto com o macaco, chave de roda, triângulo e extintor fazem parte dos equipamentos obrigatórios por lei.
Os pneus modernos trazem indicadores de desgaste, normalmente um triângulo ou as letras TWI impressos na lateral. Quando o desgaste atingir a marca TWI está na hora de trocá-los.
O limite legal de profundidade dos sulcos dos pneus é 1.6mm. Abaixo disso são considerados "carecas", podendo o veículo ser apreendido pelas autoridades de trânsito.
Faça o rodízio, o alinhamento e balanceamento a cada 10.000 km, isso aumenta a vida dos pneus e mantém o conjunto da suspensão e direção equilibrados, melhorando a segurança e dirigibilidade do veículo.



8. FREIOS


Não brinque com a segurança, verifique regularmente:

- O nível do fluído de freio.
- A espessura das pastilhas a cada 10.000 km.
- A lonas de freio e ajuste do freio de estacionamento a cada 30.000 km.
Troque o fluído a cada 2 anos, ou conforme a recomendação do fabricante. A troca é necessária porque o fluído absorve umidade. A presença de umidade diminui o ponto de ebulição do fluído, provocando ineficiência na frenagem. 
Não se esqueça de poupar os freios; ao descer uma ladeira nunca o faça em ponto morto.
Ao trocar as pastilhas o mecânico deve medir a espessura do disco de freio. Se estiver dentro da tolerância poderá ser retificado para tirar qualquer imperfeição e garantir a durabilidade das novas pastilhas. Se estiver fora da medida, deverá ser substituído.
Quando trocar as pastilhas evitar frear bruscamente nos primeiros 300 quilômetros para garantir o perfeito assentamento das pastilhas e discos de freio.



9. AR CONDICIONADO


Outro equipamento que está se tornando indispensável nos dias de hoje é o ar condicionado.

Para mantê-lo funcionando corretamente, o sistema deve ser ligado pelo menos 15 minutos por semana, mesmo nos dias mais frios. Isso é necessário para evitar o ressecamento das mangueiras e vedadores do compressor.
Muitos são equipados com um filtro que impede a entrada de impurezas externas e requer a troca anualmente.



10. SUSPENSÃO


Ruídos e falta de estabilidade nas curvas são os primeiros sinais de problemas! 
Faça uma revisão a cada 30.000 km e mande examinar:
- Amortecedores, molas e batentes quanto a ação e vazamentos;
- Folgas nas bandejas, buchas e pivôs;
- Folgas nos terminais e barras de direção.



11. CÂMBIO E EMBREAGEM


Verifique o nível do óleo do câmbio a cada 30.000 km. Alguns modelos não necessitam troca (Consulte o manual do seu veículo). Se perceber vazamentos, providencie o conserto o quanto antes.
Evite trancos durante as trocas de marchas, você pode estragar os anéis sincronizados e quebrar alguma engrenagem, e reparo no câmbio custa caro.
Não use o pedal da embreagem como apoio para o pé, se fizer isso a vida útil da embreagem estará comprometida.
Nas ladeiras use o freio de mão, nunca segure o carro usando os pedais da embreagem e do acelerador, se o fizer, estará queimando a embreagem e diminuindo a vida útil do conjunto, além de gastar combustível desnecessariamente.
Pedal de embreagem muito duro e dificuldade de engatar as marchas é sinal de desgaste no conjunto. A vida útil varia conforme o modo de conduzir o veículo.



12. CÂMBIO AUTOMÁTICO

O câmbio automático caiu no gosto dos motoristas brasileiros. Sua manutenção requer a troca de óleo e filtro nos intervalos recomendados pelo fabricante. Não descuide, procure um serviço especializado na hora da manutenção.
Para aqueles que ainda não têm um carro automático ou não conhecem o significado das letras PRND no console da alavanca, confira:

P – Park ou estacionado
Trava o câmbio e impede a movimentação do veículo
R – Reverse ou marcha à ré
N – Neutral ou ponto morto
D – Drive ou dirigir 


Nesta posição todas as marchas mudarão automaticamente conforme a rotação do motor e velocidade do veículo.
Os números 3-2-1 quando selecionados fazem as trocas somente até a marcha indicada, podendo ser utilizado em descidas para poupar os freios ou nas subidas, se estiver rebocando um trailler por exemplo.
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10 quebra-galhos que você não deve fazer no seu carro

Todos nós já passamos (ou iremos passar) por situações em que o dinheiro está curto e o carro precisa de manutenção. Nesse momento, é importante saber onde dá para economizar e onde é melhor não correr o risco.
Durante tantos anos trabalhando com manutenção, não foram poucas as vezes que neguei a execução de alguns serviços. Muitas vezes o amigo de um cliente sugere um reparo paliativo, dizendo que deu certo no carro dele, mas esta informação, na maioria das vezes, não possui um respaldo técnico. Tudo que precisa ser feito deve ser bem feito.

Veja 10 jeitinhos para problemas mecânicos e entenda por que evitá-los:

Pneus velhos1) Riscar um pneu careca


Alguns borracheiros possuem uma ferramenta (faca de corte) utilizada para fazer novos sulcos em pneus que já estão carecas – e eles são colocados à venda como “pneus meia vida”. Fuja deles. Estes sulcos diminuem drasticamente a resistência do pneu, e você poderá descobrir isto tardiamente. Lembre-se de que é melhor colocar um pneu novo de qualidade inferior (que dure menos) do que colocar a vida dos ocupantes em risco.
2) Desamassar roda

Roda e martelo não combinam. Quem faz este tipo de reparo certamente nunca teve acesso a uma fábrica de rodas e tão pouco estudou a resistência dos materiais. Os metais possuem duas zonas de solicitações, a primeira chama-se elástica. É aquela que, mesmo quando o metal é deformado, volta à sua conformação original. E existe a zona plástica, onde as deformações são permanentes, ou seja, aquela que você precisa desamassar na base do martelo. Quando se usa o martelo (ou prensa) para colocar a peça nas dimensões originais, aquela região do retrabalho fica fragilizada e, com qualquer impacto, voltará a se deformar.
reservatório de água do motor
3) Colocar água fria no reservatório
Se seu carro consome água com frequência, leve-o ao mecânico para identificar o vazamento. Em caso de superaquecimento do motor, não coloque água fria no reservatório. Você poderá causar empenamento ou até uma trinca no cabeçote devido ao choque térmico. Lembre-se que nenhum carro se auto-recupera. Ao contrário, os problemas sempre tendem a aumentar.

4) Retirar a válvula termostática


Muitos veículos possuem problema de superaquecimento em virtude do mau funcionamento da válvula termostática e, infelizmente, alguns motoristas acabam por retirá-la sem colocar outra no lugar. Resolvem um problema, mas criam outro. Todo veículo que trabalha frio acaba tendo um desgaste prematuro nas peças do motor (veja a coluna “Andar com carro frio pode ser uma gelada”). Considerando a importância da válvula termostática, procure repor com uma peça de qualidade. Deixar o carro sem ela é o mesmo que reduzir 50% da vida útil do seu motor.
5) Soldar o radiador

Você pode, sim, reparar um furo caso esteja em dia com a troca do aditivo do radiador. Agora, se você é daqueles que não faz revisões e, quando o nível de água está baixo, você completa apenas com água de torneira (que possui cloro), é bem provável que seu radiador possua vários pontos fragilizados na parte interna, prontos para estourarem. Neste caso, existe a possibilidade de você reparar um furo e, algum tempo depois, acabar encontrando outro vazamento. Pergunte ao seu mecânico se colocar um radiador novo não seria a melhor solução.



Reservatório de água




6) Escolher pastilhas de freio erradas
No momento de substituir as pastilhas de freio, cuidado com as gratuitas ou muito baratas. Existem algumas que são muito duras, causam ruído e diminuem a vida útil dos discos de freio. Outras são muito moles, sujam as rodas e se desgastam rapidamente. Consulte seu mecânico e peça a melhor opção.


Óleo de carro7) Deixar de consertar vazamentos
Não fique refém de vazamentos de óleo, sejam eles do motor, do câmbio ou de freio. Algumas pessoas fazem reparos paliativos que põem em risco o seu bolso. Não existe essa coisa de “colocar um óleo mais grosso”: seu motor ou seu câmbio não foram projetados para este tipo de óleo. Faça o reparo corretamente. Pode ser mais caro no primeiro momento, mas ainda sim evitarão vários outros aborrecimentos.
8) Comprar peças de desmanche

Colocar peça usada é sempre uma caixinha de surpresas. E sempre será um reparo de eficácia temporária. Muitas vezes, é difícil identificar seu estado de conservação. Se for um conjunto como câmbio, motor ou caixa de direção, pior ainda. Essa é uma boa alternativa para itens que não comprometem a segurança dos ocupantes, como faróis, bancos, maçanetas, lanternas etc.
9) Economizar no reparo do cinto de segurança
Este é um item que exige uma pessoa especializada para repará-lo. Nunca permita que alguém “dê uma olhadinha sem compromisso”. O cinto não é um item para curiosos.
10) Consertar ABS e airbags em oficinas não especializadas
Freios ABS e airbags são itens caros, e a grande maioria dos mecânicos sabe da responsabilidade que é repará-los. Dificilmente se atrevem a fazer qualquer manutenção, porque são necessários conhecimento e ferramental específico. Devido ao alto valor das peças destes componentes, muitos motoristas se veem tentados a procurar oficinas que não são especializadas para baratear o serviço, e acabam dando uma solução insegura para o problema.ABS
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6 motivos que levam ao sobreaquecimento do motor de um carro

Motor do carro a arderO sobreaquecimento do motor de um carro é um problema grave que pode ser a causa de um acidente de viação. Conheça as 6 razões principais que conduzem ao sobreaquecimento de um carro e atue antes que seja tarde demais.

Quando um determinado automóvel apresenta uma nuvem de fumo, não proveniente do catalisador, isso quer dizer que algo não está a funcionar bem e que a reparação poderá ser cara. Para que tal não aconteça, todos os condutores devem conhecer as razões principais que conduzem ao sobreaquecimento do motor. Das razões principais, destacam-se as seguintes:

1. O mau funcionamento do termóstato


Quando o termóstato está a funcionar corretamente, o calor do motor é dissipado e distribuído, logo os valores da temperatura ficam dentro dos parâmetros normais. O pior que pode acontecer é quando o termóstato deixa de funcionar ou não é aberto no momento apropriado, o fluxo líquido de arrefecimento é bloqueado e não consegue circular no próprio motor. Esta falta ou falha do líquido de arrefecimento no motor conduz ao seu sobreaquecimento e isso faz com que o motor aqueça em demasia e leve ao queimar do óleo e mesmo da junta da colaça. Ao chegar a este ponto os danos têm um custo avultado e o funcionamento do motor poderá estar seriamente comprometido. Nestas circunstâncias, nunca deve forçar o andamento do seu veículo, deve adotar uma condução defensiva, pois poderá estar a piorar irremediavelmente o problema do automóvel.

2. Avaria do sensor no painel de instrumentos do carro


Quando não existem sinais visíveis de que o motor está a aquecer em demasia, mas o termómetro indica o contrário, é melhor verificar em que estado se encontra o sistema de refrigeração do seu automóvel. Podem ser várias as causas associadas: o veículo poderá não ter água suficiente, pode existir alguma fuga de água, falta de óleo ou o problema poderá estar mesmo relacionado com um mau funcionamento dos sensores no painel de instrumentos do carro. Se algum sensor está com defeito, ele vai dar leituras e informações falsas que conduzirão a perdas de tempo e a diagnósticos errados.

3. Irregularidades com a ventilação do carro


Um ventilador com uma anomalia causa problemas gigantescos a um automóvel, especialmente quando este se encontra muito quente. Quando um veículo aciona o sistema de arrefecimento, é necessário que o calor seja consumido e aqui a ventoinha permite manter o motor a uma temperatura constante. Se a ventilação do carro não estiver a funcionar corretamente, isso significa que o mesmo não conseguirá arrefecer e aí a melhor solução passa por encostar o veículo e chamar um reboque.

No final de uma grande viagem, através da audição, pode realizar um teste à ventoinha do automóvel. Se estiver a funcionar bem, o condutor pouco ou nada ouve o trabalhar da ventoinha; se a ventoinha demonstrar um trabalhar muito forçado e prolongado, isso poderá significar que existe algum problema com o próprio radiador.

4. O baixo nível do refrigerante líquido


Não é apenas a água que ajuda a refrigerar o motor. O refrigerante líquido, conhecido como anticongelante, é fundamental para ajudar a regular a temperatura interna e evitar que, dessa forma, o motor aqueça em demasia. Ao longo do inverno, o refrigerante líquido impede que o motor fique gelado e no verão controla a temperatura excessiva do motor.

Caso o condutor se encontre sem refrigerante líquido é necessário completar com água, mas deve corrigir essa situação o quanto antes para não ter surpresas desagradáveis no futuro. É por estas situações que uma revisão detalhada e periódica ao automóvel e às suas peças constituintes é de extrema importância.

5. Uma bomba de água com defeito


Quando a bomba de água tem algum defeito, isso indica que, certamente, o motor de um veículo vai sobreaquecer. A água não vai circular e o sistema não vai conseguir arrefecer, fazendo com que o automóvel mantenha sempre uma temperatura elevada. Ao prosseguir a marcha numa situação destas, o mais provável é ter de parar mais adiante devido à fumaça que sai do motor do seu veículo. Deve procurar ser o mais prudente possível e, nestas circunstâncias, é melhor chamar o reboque do que prejudicar as outras componentes do automóvel.

6. A tampa do radiador mal fechada


Parece que não tem nada a ver com o assunto, mas a tampa do radiador tem grandes culpas no sobreaquecimento do motor. Se não estiver bem fechada e aparafusada, o vapor e a água poderão escapar por esse espaço, o que provocará o aquecimento excessivo do motor. Quando a água a ferver entra em contacto com o metal, isso faz com que se forme uma nuvem de fumo para fora do capô do carro. Nestes momentos, a melhor solução passa por parar o automóvel e desligar o motor durante cerca de 15 minutos. Depois de arrefecer, o condutor deve completar os níveis de água e apertar com firmeza a tampa do radiador. Dessa forma, estará pronto a seguir viagem de uma maneira segura e tranquila.
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Dirigir com a temperatura do carro alta pode fundir o motor

Laiza Lagioia teve o problema e, depois de correr risco, chamou um profissional (Julio Jacobina/DA/D.A Press)Quem ao rodar por ruas e estradas nunca encontrou veículos parados no acostamento com o capô aberto e saindo fumaça? Esse é o tipo de imprevisto que qualquer um pode passar. Mas o que fazer quando o motor esquenta demais? Nem sempre é possível levar o carro imediatamente para uma oficina ou contar com a visita de um mecânico de confiança. Contudo é bom ter cuidado pois continuar rodando nessas condições pode fundir o propulsor do automóvel e o prejuízo será muito maior.

A estudante de publicidade Laiza Lagioia estava indo para a universidade fazer uma prova quando notou que o motor do seu carro estava começando a esquentar acima do normal. Com pressa, preferiu correr o risco e, por sorte, não teve problemas maiores. "Para não perder a nota, resolvi seguir viagem. Parei umas oito vezes durante o trajeto e cheguei super atrasada. Na volta, chamei um profissional especializado para me ajudar, que avisou que, por ter insistido em rodar, podia ter fundido o motor do meu carro", disse.

Segundo o técnico Mércio Carneiro, o segredo para que o problema não seja ampliado é parar imediatamente. "Quando o motor do carro começa a esquentar, o motorista deve parar e acionar o guincho para levá-lo a uma oficina de confiança ou chamar um profissional especializado para ajudar", aconselha. Principalmente porque resolver por conta própria pode causar danos maiores. "É muito perigoso mexer no sistema de arrefecimento com o carro quente, pois você corre o risco de se queimar com o vapor ou o líquido aquecido", avisa o mecânico Osvaldo Gomes.

Diversas causas podem ocasionar o aquecimento excessivo do motor. A falha e o desgaste de qualquer peça que faz parte do sistema de arrefecimento, por exemplo, compromete o seu funcionamento. Outro ponto a ser observado é que a falta do líquido ou o uso de um tipo de aditivo inadequado pode elevar a temperatura. É importante frisar que usar água no reservatório pode oxidar peças. Por fim, consultar um especialista para ter um diagnóstico exato é fundamental para que o conserto seja feito e o problema não volte a acontecer.

Preços:
Aditivo para radiador - a partir de R$ 18,90
Água desmineralizada - a partir de R$ 6,90
Conserto do motor fundido - a partir de R$ 3 mil

Recomendações fundamentais

- Se o motor esquentar, pare o carro imediatamente

- Não é recomendável seguir viagem porque pode fundir o motor

- Ideal é chamar um guincho para levar o veículo até uma oficina ou chamar um profissional especializado

- Não mexa no sistema de arrefecimento com o carro quente porque pode causar queimaduras

- Postos de combustível e lojas de autopeças vendem produtos específicos para o sistema de arrefecimento

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